Apocalipse Zumbi

Apocalipse Zumbi

Terror Duração: 1h 33min

O que é Apocalipse Zumbi

Dois amigos saem em busca de uma noite de diversão e esbarram num surto de mortos-vivos que tomou conta da cidade. Armados apenas com um machado e a (questionável) bagagem cultural de quem cresceu jogando Resident Evil e Left 4 Dead, eles tentam sobreviver.

É a fantasia gamer levada ao extremo: e se o conhecimento acumulado em sessões cooperativas realmente salvasse sua vida num apocalipse real? O roteiro aposta nessa premissa sem se preocupar com lógica, ritmo ou orçamento.

Dirigido por Ryan Thompson, o longa se assume como produção de baixíssimo orçamento e abraça a estética de filme caseiro com orgulho. É terror de Série B com cara de fita caseira, coração de fã e zero vergonha na cara.

Quando estreou e como é lembrado

Apocalipse Zumbi chegou aos cinemas brasileiros em 31 de janeiro de 2013, distribuído pela Playarte Pictures, em um lançamento discreto típico de produções nichadas de horror exploitation.

Não figurou em festivais, não concorreu a prêmios e mal apareceu nas listas de fim de ano. O longa encontrou seu público nas locadoras, em cópias piratas e, anos depois, em plataformas de streaming e no YouTube.

Hoje é lembrado como uma das comédulas involuntárias do terror trash de zumbi dos anos 2010, ao lado de títulos como Zombie Walk e outras produções independentes que viralizaram pela falta de polimento.

Não há indicação de que a Ryan Thompson tenha investido em marketing ou crítica. O filme simplesmente apareceu, fez barulho entre quem curtia a estética e seguiu circulando no circuito underground de horror.

Vale o ingresso?

Ponto alto: o elenco entrega performances honestas, sem a afetação de produções que tentam parecer grandes. Michael Empson e Michael Harthen funcionam como dupla cômica improvável, e o gore artesanal tem um charme nojento que fãs de horror trash celebram.

Ponto fraco: a narrativa é toda construída em cima de um conceito que se esgota rápido, e a produção realmente parece ter sido feita com câmera emprestada e fita no limite. Quem busca terror sério, trama com camadas ou atuação convencional vai se frustrar em menos de vinte minutos.

Para o público certo, o filme funciona. Para o resto, é tempo perdido. A recomendação honesta: assista em casa, com um grupo de amigos, preparado pra rir mais do que pra se assustar.

Curiosidades de bastidores

  • O longa foi filmado com orçamento tão enxuto que parte dos efeitos práticos de zumbi reaproveita maquiagem entre cenas, visível para quem presta atenção.
  • O machado usado por Mark virou símbolo do filme entre os fãs de trash, que frequentemente o citam em listas dos piores objetos cenográficos do horror contemporâneo.
  • A referência constante a videogames no roteiro não é acidental: o diretor Ryan Thompson é fã assumido de survival horror e queria prestar homenagem ao gênero dentro de um contexto cinematográfico.

Perguntas frequentes sobre Apocalipse Zumbi

Apocalipse Zumbi é bom?

Depende do que você considera bom. Como produção de horror trash para fãs de exploitation, é honesto e divertido. Como terror convencional, é fraco, mal acabado e difícil de assistir até o fim.

Apocalipse Zumbi tem cena pós-créditos?

Não há registro de cena pós-créditos. O filme termina de forma abrupta, condizente com a proposta de produção econômica.

Onde assistir Apocalipse Zumbi online?

Verifique catálogos de streaming e a aba de programação logo abaixo, que mostra cinemas, salas e horários atualizados para a sua cidade.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de horror exploitation e trash que colecionam DVDs de zumbi em edições baratas e famosas pelos comentários ácidos do dvd player.
  • Jogadores de survival horror e de Left 4 Dead que sempre quiseram testar táticas de videogame num apocalipse real, mesmo que no cinema.
  • Caçadores de pérolas involuntárias que mantêm listas de comédulas do horror B no Letterboxd e adoram sessões de madrugada regadas a comentários no chat.

Título original: Zombie Apocalypse

País de origem: EUA

Data do lançamento: 31/01/2013

Distribuidora: PLAYARTE PICTURES

Diretor: Ryan Thompson

Principais atores: