Veja o trailer do filme A Identidade Bourne

A Identidade Bourne

A Identidade Bourne

Sobre o que é A Identidade Bourne

Um homem sem nome é encontrado baleado em um barco à deriva no Mar Mediterrâneo. Sem memória, ele sobrevive e descobre, graças a um microchip no quadril, o número de uma conta bancária em Zurique.

Ao abrir o cofre, encontra passaportes falsos em diferentes nomes, uma arma e dinheiro vivo. Descobre então que pode se chamar Jason Bourne e que, por algum motivo, é perseguido por agentes treinados.

O longa mistura ação, suspense e espionagem, apostando em lutas secas, perseguições de carro bem coreografadas e um herói que, pela primeira vez, parece vulnerável e perdido.

Para entender o contexto da franquia, vale ler também sobre Jason Bourne, a sequência direta lançada em 2016.

Estreia, legado e impacto

Lançado em 14 de junho de 2002 nos Estados Unidos, A Identidade Bourne foi a primeira adaptação da saga literária de Robert Ludlum para o cinema moderno. Custou cerca de US$ 60 milhões e faturou mais de US$ 214 milhões no mundo, dando início a uma das franquias mais rentáveis da Universal Pictures.

O filme recebeu três indicações ao Oscar (Melhor Edição, Melhor Som e Melhor Montagem de Som) e venceu o BAFTA de Melhor Som. Considerado um divisor de águas, redefiniu o gênero de espionagem ao abandonar os exageros de James Bond em favor de um protagonista humano, com cenas filmadas na Europa e lutas filmadas quase como documentários.

Hoje, é lembrado como o filme que reposicionou Matt Damon como astro de ação e abriu caminho para sequências como Jason Bourne, de 2016. Continua influente: série de TV, livros derivados e até cursos de roteiro citam o longa como referência obrigatória.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a coreografia das cenas de ação, especialmente a perseguição de carro por Paris e a luta no apartamento de Paris. A direção de Doug Liman aposta no estilo câmera na mão, com cortes secos e pouca pirotecnia digital, o que dá ao filme uma textura realista rara em blockbusters.

Ponto fraco: o roteiro tem alguns furos no terceiro ato, com coincidências que facilitam a vida de Bourne. Quem espera grandes explicações sobre o Treadstone pode sair frustrado, já que o longa prefere mistério a respostas.

Curiosidades dos bastidores

  • O roteiro original tinha o protagonista como um homem sem nome, mas o estúdio insistiu em usar Jason Bourne para conectar com a saga literária de Robert Ludlum.
  • A perseguição de carro por Paris foi feita com mínimo uso de computação gráfica, com o diretor Doug Liman usando carros reais em ruas reais, o que rendeu ao filme indicação ao Oscar de Melhor Edição.
  • Frank Potente aprendeu a dirigir manualmente o carro usado nas cenas de fuga em apenas algumas semanas, porque não tinha habilitação para câmbio manual antes das filmagens.

Perguntas frequentes sobre A Identidade Bourne

A Identidade Bourne é o primeiro filme da saga?

Sim. É o longa que inaugurou a trilogia original com Matt Damon, lançada entre 2002 e 2007, e antecede o reboot de 2016, Jason Bourne, com direção de Paul Greengrass.

O filme tem cena pós-créditos?

Não. A Identidade Bourne termina com a música Extreme Ways, de Moby, e os créditos rolam sem nenhuma cena extra ou teaser.

A Identidade Bourne é bom e vale a pena assistir?

Vale, especialmente para quem gosta de espionagem realista e protagonista vulnerável. Tem pequenas falhas de roteiro no terceiro ato, mas a ação e o ritmo sustentam o interesse do início ao fim.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de espionagem tática e thrillers geopolíticos que preferem suspense cerebral a explosões exageradas.
  • Quem gosta de ação realista, com lutas filmadas em estilo quase documental e pouca computação gráfica.
  • Interessados no trabalho de Matt Damon e Franka Potente e que curtem narrativas sobre identidade e amnésia.