Veja o trailer do filme A comédia divina

A comédia divina

A comédia divina

14 Comédia Duração: 1h 38min

O que esperar de A Comédia Divina

Em crise, um telejornal demitiu a repórter titular e abriu vaga. No lugar entra Raquel, jornalista recém-formada que vai parar no meio de uma redação caótica.

Dirigida por Toni Venturi, a comédia usa o noticiário como cenário para satirizar o jornalismo desesperado por audiência. O grande furo de Raquel é o mais absurdo possível: o Diabo acabou de abrir uma igreja na Terra, e ela precisa provar.

O elenco mistura Mônica Iozzi no papel central, Murilo Rosa como o mentor das trevas e Dalton Vigh como o âncora convencido. Para quem gosta de comédia brasileira com humor de situação e piada sobre instituições, o terreno é fértil.

Estreia e legado

A Comédia Divina chegou aos cinemas brasileiros em 19 de outubro de 2017, com distribuição da Imagem Filmes. A recepção foi morna: dividiu público e crítica, mas circulou bem em home video e streaming.

O longa dialoga com outras comédias nacionais da mesma safra que misturaram fé e humor, e pode ser comparado a Mulheres Alteradas e Superpai pelo tom de humor cotidiano. Hoje é lembrado principalmente como a primeira grande incursão solo de Mônica Iozzi como protagonista de ficção no cinema.

Não ganhou prêmios de festival relevantes, mas ocupa um lugar curioso no catálogo de comédias brasileiras sobre a era das igrejas eletrônicas.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a química entre Mônica Iozzi e Murilo Rosa. Os dois carregam o filme nas costas, e as cenas de bastidores da redação funcionam como pequenas esquetes autônomas.

Ponto alto: a sacada de usar o demônio como CEO de uma igreja é o tipo de premissa que sustenta piadas ácidas sobre televisão e fé.

Ponto fraco: a subtrama do triângulo amoroso entre Raquel, o âncora galinha e o ex-namorado inconformado não decola e derruba o ritmo no terço final.

Ponto fraco: a resolução do caso místico é apressada e deixa perguntas no ar — sensação de roteiro que escolheu terminar em vez de fechar.

Curiosidades dos bastidores

  • Mônica Iozzi estreou como protagonista de ficção no cinema com este longa, depois de anos no humorístico CQC.
  • A escalação de Murilo Rosa como o Diabo foi inspirada na imagem pública do ator, que já tinha feito vilões carismáticos em novelas.
  • Dalton Vigh e Juliana Alves já tinham trabalhado juntos na novela global Insensato Coração (2011).

Perguntas frequentes

A Comédia Divina tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina com a resolução da trama principal e não há sequência extra após os créditos.

A Comédia Divina é baseada em alguma obra?

O roteiro é original, embora dialogue com clássicos da comédia sobre jornalismo como o filme Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo das TVs antigas e o universo de Casseta & Planeta.

Onde assistir A Comédia Divina online?

O filme circulou em catálogos de streaming e locadoras digitais após o lançamento. Confira a grade atualizada de plataformas na seção de programação desta página.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de comédia brasileira que curtem humor institucional, tipo Casseta & Planeta e A Grande Família.
  • Quem acompanha humoristas e atores vindos do programa CQC e quer ver Mônica Iozzi em outro registro.
  • Público interessado em sátira sobre igrejas neopentecostais e jornalismo sensacionalista.

Título original: A comédia divina

País de origem: Brasil

Data do lançamento: 19/10/2017

Distribuidora: Imagem Filmes

Diretor: Toni Venturi

Principais atores: