Gisele Bündchen pediu para não ser uma modelo em O Diabo Veste Prada

Publicado em 17/06/21 01:00

A top model brasileira Gisele Bündchen revelou à EW qual foi a exigência que fez para entrar no elenco de O Diabo Veste Prada, adaptação do best seller homônimo sobre os bastidores da imprensa de moda nos Estados Unidos lançado em 2006. "Eu disse que estaria nele [o filme], mas não queria interpretar uma modelo".

O pedido foi feito diretamente à roteirista do filme, Aline Brosh McKenna, que encontrou a supermodelo por acaso em voo de Nova York para Los Angeles e fez a proposta. Determinada a ter Bündchen no elenco do filme, ela escreveu um pequeno papel como uma assistente da revista fictícia Runway, chefiada pela cruel Miranda Priestly (Meryl Streep), chamada Serena. Gisele até ajudou a definir o visual da personagem, sugerindo o uso de óculos para ajudar o público a não notá-la.

Bündchen ainda falou sobre os bastidores do filme, como ela improvisou falas elogiando as botas usadas por Andy (Anne Hathaway) e fez amizade com Emily Blunt. A supermodelo ainda revelou como foi a repercusão de sua participação no filme com Anna Wintour, a editora-chefe da Vogue que inspirou a criação da personagem Miranda Priestly.

"Ela é uma pessoa mais reservada, mas sempre foi muito boa comigo", afirmou Bündchen. "Eu acho que ela amou o filme. Eu quero dizer, eu ficaria bem feliz se a Meryl Streep me interpretasse".

Adaptação do livro homônimo lançado em 2003, O Diabo Veste Prada segue Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos que vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Com o passar do tempo, Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar na função que assumiu.

Dirigido por David Frankel, o filme contou ainda com Stanley Tucci, Adrian Grenier, Tracie Thoms e Rich Sommer. Com um orçamento de US$35 milhões, foi um estrondoso sucesso, fazendo mais de US$326 milhões nas bilheterias do mundo todo.

Fonte: Omelete // Eduardo Pereira