Aves de Rapina | Repórter vê arrecadação do longa como normal

Publicado em 21/02/20 22:00

Apesar de já ter arrecadado cerca de US$ 154 milhões ao redor do mundo e ter recebido críticas extremamente positivas da maior parte da crítica especializada, Aves de Rapina (Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa) vem sendo alvo de críticas por conta de sua “bilheteria abaixo do esperado”. Jornalista da Forbes, publicação americana especializada em economia, Scott Mendelson tem ido contra a corrente e vê a arrecadação “baixa” do longa estrelado por Margot Robbie como normal.

De acordo com o repórter, a projeção é de que Aves de Rapina dobre o investimento da Warner Bros. (US$ 84,5 milhões) já neste final de semana, com potencial para que a bilheteria mundial final do longa triplique o orçamento do filme, algo que, segundo seus exemplos, é algo raro para filmes para maiores de 18 anos. Mendelson comparou os números do filme da DC com outros longas de mesma censura, como Duro de Matar 2 e 3 e até mesmo Matrix Revolutions.

Em seu artigo, o jornalista afirma ainda que é injusto comparar Aves de Rapina a longas como Deadpool, Logan e Coringa, já que estes filmes foram vendidos como grandes eventos dentro de suas franquias – ou algo completamente novo, no caso do filme de Todd Phillips -, enquanto o longa de Cathy Yan contava apenas mais um capítulo de uma história já introduzida.

Lembrando que o longa ainda não estreou no Japão, Mendelson afirma que a provável arrecadação final de US$ 230 milhões não é considerada ruim para uma produção para maiores liderada por um elenco feminino. Lembrando que as franquias Resident Evil e Anjos da Noite tiveram uma boa ajuda da bilheteria da China, onde Aves de Rapina não tem previsão de estrear – além de Esquadrão Suicida nunca ter sido lançado no país, o território fechou vários cinemas por conta do coronavírus –, e mesmo assim devem ter a maior parte de seus capítulos superados pelo filme sobre o grupo liderado pela Arlequina.

Aves de Rapina (Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa) está em cartaz nos cinemas.

Fonte: Omelete // Nicolaos Garófalo