Veja o trailer do filme Eu Sou o Número Quatro

Eu Sou o Número Quatro

Eu Sou o Número Quatro

Sobre o que é Eu Sou o Número Quatro

Nove alienígenas fugiram do planeta Lorien depois que ele foi destruído pelos Mogadorians. Cada um recebeu um número e precisa morrer em ordem — os três primeiros já caíram, então John Smith (o Número Quatro) é o próximo da lista.

Para sobreviver, ele vive como um estudante comum em uma cidadezinha dos Estados Unidos, protegido por Henri, seu guardião. O problema começa quando ele se apaixona, chama atenção e os Mogadorians chegam para terminar o serviço.

O filme mistura ficção científica, ação e romance adolescente em uma fórmula que dialoga com o público young adult da época, mas sem reinventar nada.

Estreia e legado

Eu Sou o Número Quatro chegou aos cinemas brasileiros em 15 de abril de 2011, três meses depois do lançamento nos Estados Unidos. Foi uma tentativa clara da Disney de surfar a onda de franquias adolescentes como Crepúsculo e Percy Jackson.

Apesar de ter arrecadado cerca de US$ 150 milhões no mundo, o longa ficou bem abaixo das expectativas de bilheteria e foi massacrado pela crítica especializada. No Rotten Tomatoes, a aprovação ficou em torno de 33% e no Metacritic a nota mal passou de 3/10.

Hoje o filme é lembrado mais como um produto datado do início da década de 2010 do que como um clássico do gênero. Sua sequência nos livros, The Power of Six, nunca ganhou adaptação para o cinema.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a presença de Timothy Olyphant como Henri dá ao filme a gravidade que o roteiro não consegue. O ator impõe o tom adulto que o protagonista Alex Pettyfer não alcança.

A dinâmica entre os números Quatro e Seis também funciona nas cenas de luta, especialmente o confronto final com os Mogadorians em plena luz do dia.

Ponto fraco: o romance entre John e Sarah (Dianna Agron) consome tempo demais e não convence. As cenas na escola parecem coladas de outro filme, com diálogos genéricos e olhar melancólico em câmera lenta.

Os efeitos visuais, para um filme de alienígenas com poder de luz nas mãos, são surpreendentemente modestos.

Curiosidades dos bastidores

  • O livro original foi escrito por Jobie Hughes e James Frey, este último famoso pelo escândalo do memoir Um Milhão de Pequenos Pedaços.
  • D.J. Caruso substituiu o diretor original Michael Bay no comando do projeto.
  • A cena da destruição da casa dos Smith usou efeitos práticos combinados com CGI para dar mais peso aos escombros.

Perguntas frequentes

Eu Sou o Número Quatro tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina de forma definitiva com a batalha final, sem teasers extras no final dos créditos.

Eu Sou o Número Quatro vale a pena assistir em 2024?

Depende do gosto. É uma distração leve para quem curte ficção científica adolescente, mas o roteiro e os efeitos já envelheceram mal.

Eu Sou o Número Quatro é baseado em livro?

Sim. O longa é a adaptação do primeiro volume da saga Lorien Legacies, publicado em 2010 sob o pseudônimo Pittacus Lore.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de ficção científica adolescente estilo anos 2010, que cresceram com Crepúsculo e Percy Jackson
  • Leitores da saga literária de Pittacus Lore好奇好奇好奇好奇好奇好奇好奇好奇
  • Quem gosta de filmes de ação com vilões genéricos e lutas sem muito questionamento